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Chuva aí fora? Por aqui também ☔️
O outono chegou e trouxe com ele uma chuva de conteúdos, atualizações e boas oportunidades pra você. 📩🍂💙

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Reinventar e evoluir
📅 08 e 09/04
🧬 IV Breast Cancer Excellence - Evento Online, gratuito; Faculdade Sírio-Libanês.
📅 10 e 11/04
💉 4ª Jornada Norte-Mineira de Cirurgia Plástica- Oportunidade para o interior; Montes Claros- MG.
📅 10 e 11/04
🫀2º Congresso dos Departamentos da Sociedade Brasileira de Cardiologia - Minascentro; Belo Horizonte - MG.
Doses de ciência
🧬🦋 Existe uma nova terapia que pode mudar o tratamento do lúpus? Estudo aponta resultados promissores
O lúpus eritematoso sistêmico é uma doença inflamatória crônica e autoimune, variando entre períodos de atividade e remissão. Apesar dos tratamentos disponíveis, muitos pacientes continuam com seu controle inadequado. Por isso, o estudo analisou a segurança do obinutuzumab, um anticorpo monoclonal que promove a depleção de linfócitos B. O estudo trata-se de um ensaio clínico randomizado, controlado por placebo, cujo objetivo é investigar se a terapia é capaz de melhorar a resposta clínica e reduzir a atividade da doença em pacientes com lúpus ativo.
📈 Principais Resultados
✅ Maior resposta clínica com obinutuzumab: pacientes que receberam o medicamento apresentaram maior taxa de resposta clínica (76,7%) em comparação ao grupo placebo (53,5%).
📉 Redução da atividade da doença: o tratamento demonstrou melhora significativa em medidas de atividade do lúpus ao longo do acompanhamento.
💊 Possível redução do uso de corticoides: pacientes tratados tiveram maior chance de reduzir a dose de glicocorticóides durante o estudo.
🤔 Conclusão do Estudo
O ensaio clínico demonstrou que o obinutuzumab, associado ao tratamento padrão, demonstrou eficácia significativa no tratamento do lúpus sistêmico ativo, com maior taxa de resposta clínica em comparação ao placebo. O tratamento apresentou redução da atividade da doença e possibilidade de diminuição do uso de corticoides. Esses resultados sugerem que a terapia direcionada contra linfócitos B pode representar uma nova estratégia terapêutica promissora para o lúpus.
🎯 Take-Home Points
📌 Obinutuzumabe é uma terapia promissora para LES ativo, com melhor resposta clínica
📌 Possui efeito poupador de corticóide.
📌 Segurança aceitável, mas com aumento de eventos adversos e necessidade de seguimento prolongado
Quer saber mais 🧐 ? Clique aqui e confira o artigo completo publicado no The New England Journal of Medicine!
Atualidades em saúde
🫁 Nova Diretriz AHA/ACC 2026 para Manejo da Embolia Pulmonar: o que mudou?
A nova diretriz publicada este ano pela American Heart Association (AHA) e pelo American College of Cardiology (ACC) trouxe atualizações importantes no diagnóstico, estratificação de risco e tratamento da embolia pulmonar aguda (TEP). Foi proposta uma nova classificação baseada no estado real do paciente, reforçando a importância da estratificação precoce de risco para orientar decisões terapêuticas, desde manejo ambulatorial até terapias avançadas. Veja algumas mudanças:
📌 Nova classificação e decisão de manejo:
O documento abandona as antigas classificações de EP maciça/submaciça e introduz um novo sistema de categorias clínicas (A-E), baseadas em gravidade, sinais clínicos, biomarcadores e alterações em exames de imagem. Elas variam desde a Categoria A (casos assintomáticos e acidentais) até a Categoria E (falência cardiopulmonar grave). Essa nova abordagem também orienta a conduta:
Pacientes de baixo risco (A e B) podem ter alta precoce ou tratamento ambulatorial
Pacientes mais graves (C–E) demandam internação e maior vigilância.
📌 Diagnóstico otimizado:
O uso do D-dímero ajustado pela idade ou o algoritmo YEARS são recomendados para descartar a necessidade de exames de imagem em pacientes com baixa/média probabilidade clínica. Na Angio-TC, exige-se o relato numérico preciso da relação VD/VE, descartando quantificações subjetivas.
📌 Tratamento anticoagulante:
Em pacientes elegíveis, os DOACs (anticoagulantes orais diretos) são preferidos em relação aos antagonistas da vitamina K (como a varfarina). Quando é necessário iniciar o tratamento com medicação injetável, a heparina de baixo peso molecular (HBPM) é a opção de escolha. Além disso, pacientes que não apresentam um fator de risco reversível importante (ou que possuem fatores de risco persistentes) devem manter a anticoagulação por um período mais prolongado, na chamada fase estendida (além de 3–6 meses).
📌 Terapias avançadas e abordagem multidisciplinar:
As intervenções avançadas (trombólise sistêmica, trombólise por cateter, trombectomia mecânica ou cirurgia) são indicadas para pacientes na Categoria E1 e podem ser consideradas nas Categorias D1-D2. Já o uso de filtros de veia cava inferior (VCI) não é recomendado de rotina em pacientes que já estão em anticoagulação adequada. A diretriz também reforça a atuação de equipes multidisciplinares chamadas PERTs (Pulmonary Embolism Response Teams), fundamentais para decisões rápidas e individualizadas.
📖 Quer saber mais? Consulte a diretriz completa publicada no Journal of the American College of Cardiology (JACC).
EM em pauta + SMPCT
Quem nunca teve dúvida de qual especialidade seguir? 🤔
No intuito de ajudá-los na escolha da residência, vamos trazer aqui médicos de diferentes especialidades para contar um pouco sobre seus caminhos dentre as vastas áreas da medicina. Hoje, nossa parceria é com a Sociedade Mineira de Pneumologia e Cirurgia Torácica!

Acervo pessoal
Pra ficar off…
“O médico que sabe só de medicina, nem de medicina sabe” e pensando nisso, selecionamos algumas dicas além do jaleco para você aproveitar e recarregar as energias no fim de semana! Confira:
📺🧐 Curte uma série? The Pitt está na 2ª temporada, com episódios novos toda quinta às 23h!
🎬🍿 Climinha nostálgico no cinema? Crepúsculo voltou pras telonas!
🏃♀️🔥 Para se mexer: Corrida Supermercados BH

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